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O plenário do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) elegeu, por unanimidade, nesta quinta-feira (1/12), o conselheiro Aloysio Neves para a presidência da Corte de Contas no biênio 2017/2018. Também foram escolhidos o vice-presidente e o corregedor-geral do TCE-RJ, respectivamente, Domingos Brazão e Marianna Montebello Willeman. “Tenho certeza de que os três eleitos terão sucesso em sua tarefa de gerir esta Casa, que é eminentemente técnica e a principal guardiã do dinheiro público do nosso estado”, afirmou o presidente Jonas Lopes de Carvalho Júnior, que chega ao final de seu terceiro mandato. A sessão solene de posse foi marcada para o dia 10 de janeiro, às 11h, no auditório do Tribunal.

Ao agradecer a confiança de seus colegas, o conselheiro Aloysio Neves lembrou que é servidor público há 51 anos e que pretende manter o espírito público que o norteou ao longo de sua vida. “Em todos esses anos sempre tive a consciência tranquila e o sentimento de dever cumprido. Acredito que o coroamento desta trajetória se dará ao fim do meu mandato, quando deixar a presidência com a certeza de ter feito um bom papel”, afirmou Aloysio. Ele destacou a importância do corpo técnico do TCE. “Já passei pelo Executivo e pelo Legislativo, mas nunca vi uma equipe tão capaz quanto a que encontrei no TCE. E conto com o apoio de todos os servidores, além, é claro, dos conselheiros, para realizar uma boa gestão”, afirmou.

O futuro vice-presidente destacou os avanços obtidos pela atual gestão. “Fui testemunha, enquanto exercia meu mandato de deputado estadual, do empenho do presidente Jonas Lopes na Assembleia Legislativa para obter avanços importantes, como a criação das vagas para auditores substitutos de conselheiro. As obras físicas são mais perceptíveis, mas o legado vai além disso”, afirmou Brazão, que espera contribuir para que o TCE continue avançando. “Atuarei de forma discreta, como deve ser a participação dos vices, e espero colaborar”, finalizou.

Egressa do Ministério Público Especial, a conselheira Marianna Montebello Willeman terá a responsabilidade de montar a Corregedoria-Geral do Tribunal. “Será o meu principal desafio para o próximo biênio. Acredito que a Corregedoria é fundamental para uma Corte de Contas”, afirmou. Os outros conselheiros também se manifestaram, a começar por Marco Antônio Alencar, que atuou como escrutinador na eleição. “Conheço o Aloysio há muitos anos e Brazão e Marianna são colegas recentes. Acredito que farão um belo trabalho à frente deste órgão, que tem mostrado frequentemente sua independência, como nas recentes auditorias feitas nas obras do Maracanã e do Metrô. E tenho certeza de que vamos continuar atuando desta forma, sem qualquer interferência”, afirmou Marco Antônio.

Em seguida foi a vez do decano da Corte, conselheiro José Gomes Graciosa. “Acredito que a experiência do novo presidente será importante na condução desta Casa, que desde a Constituição de 1988 tem sido fundamental para a administração pública, pois a Carta Magna delegou grandes responsabilidades aos tribunais”, afirmou. José Maurício de Lima Nolasco destacou a responsabilidade que será assumida por Aloysio. “A gestão do conselheiro Jonas Lopes foi muito boa, e o novo presidente terá a missão de manter a boa reputação do TCE”, afirmou.