O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas vem desenvolvendo várias ações que têm sido destaque na imprensa local. Entre os assuntos noticiados nos últimos dias, está a matéria publicada no jornal A Crítica, de 22/06/2010, onde foram destaque as multas aplicadas a 37 prefeitos por atraso na entrega da prestação de contas. 

As multas aplicadas pela Corte Amazonense, que tem o valor máximo de R$32 mil, estão previstas no regimento interno do TCE. A matéria também chama atenção para o caso dos prefeitos multados, que também podem ser processados pelo Ministério Público do Estado por improbidade administrativa e pelo crime de responsabilidade administrativa.

Segundo dados obtidos pela reportagem, o Tribunal de Contas aplicará multas em 37 prefeitos e 14 presidentes de câmaras municipais do interior por atraso na entrega de prestações de contas de 2009.
De acordo com o presidente do órgão, conselheiro Júlio Pinheiro, nos anos anteriores o Tribunal prorrogava o prazo para entrega, este ano "isso não vai ocorrer", afirmou o presidente.
Ainda de acordo com informações obtidas pela reportagem, no primeiro trimestre do ano passado as multas aplicadas por causa de atraso no envio dos balancetes mensais e outras irregularidades técnicas, somaram R$383 mil a gestores públicos.
Este ano o Tribunal fez três alertas avisando sobre o prazo de entrega das prestações de contas.
Em outra matéria também publicada pelo jornal A Critica, no dia 23/06/2010, a pauta foi a relação das prestações de contas dos gestores julgadas irregulares enviadas pelo Tribunal de Contas do Estado para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AM) e para a Procuradoria Regional Eleitoral do Amazonas (PRE/AM).

O Tribunal de Contas elaborou uma lista onde constam os responsáveis com contas rejeitadas nos últimos cinco anos (2005 a 2009). A “Lei da Ficha Limpa”, aumentou para oito anos, o prazo em que o agente público que teve conta reprovada por irregularidade insanável, não pode se candidatar, desde que não caiba mais recurso da decisão.